Friday, 23 June 2017

Ideologia do Corpo: selfies, modéstia, dietas, operações cosméticas, tatuagens e piercings

Partilhem! Obrigado. Algumas leituras biblicas para reflectir: Levitico 19:28; 1 Pedro 3:3-4; 1 Corintios 10:31; 6:19-20; 8:9; Romanos 12:1-2; 14:21; Galatas 5:17; Proverbios 16:2

VIDEO RECOMENDADO para tambem verem:

CATECIMO DA IGREJA CATOLICA

#2289 - "Se a moral apela para o respeito à vida corporal, não faz desta um valor absoluto, insurgindo-se contra uma concepção neopagã que tende a promover o culto do corpo, a tudo sacrificar-lhe, a idolatrar a perfeição física. Em razão da escolha seletiva que faz entre os fortes e os fracos, tal concepção pode conduzir à perversão das relações humanas."; 

#908 - "Por sua obediência até a morte, Cristo comunicou a seus discípulos o dom da liberdade régia, "para que vençam em si mesmos o reino do pecado, por meio de sua abnegação e vida santa". Aquele que submete seu próprio corpo e governa sua alma, sem deixar-se submergir pelas paixões, é seu próprio senhor (é dono de si mesmo): pode ser chamado rei porque é capaz de reger sua própria pessoa; é livre e independente e não se deixa aprisionar por uma escravidão culposa";

#2523 - "Existe um pudor dos sentimentos, como existe o do corpo. O pudor, por exemplo, protesta contra a exploração do corpo humano em função de uma curiosidade doentia (como em certo tipo de publicidade), ou contra a solicitação de certos meios de comunicação ir longe demais na revelação de confidências íntimas. O pudor inspira um modo de viver que permite resistir às solicitações da moda e à pressão das ideologias dominantes.";

#364 - "Unidade de corpo e de alma, o homem, por sua própria condição corporal, sintetiza em si os elementos do mundo material, que nele assim atinge sua plenitude e apresenta livremente ao Criador uma voz de louvor. Não é, portanto, lícito ao homem desprezar a vida corporal; ao contrario, deve estimar e honrar seu corpo, porque criado por Deus e destinado à ressurreição no último dia."

Thursday, 15 June 2017

O Papa e os Bispos querem que todos os jovens façam este questionario

Tens menos de 29 anos e queres dizer algo sobre Igreja Catolica ou algo particular ao Papa e aos Bispos? A Igreja te convida (sejas catolico ou nao) a participar neste questionario e a dar as tuas opinioes para o proposito do proximo Sinodos de Bispos que se realizara' no proximo ano. O questionario encontra-se online nas seguintes linguas: portugues, espanhol, frances, italiano e ingles.

Cliquem: https://survey-synod2018.glauco.it/limesurvey/index.php/147718

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|Monólogo no meu pátio| - "Formando a futura igreja"

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Friday, 9 June 2017

O que realmente Jesus quis dizer com ""Não julgueis"

Artigo original: https://padrepauloricardo.org/blog/nao-julgueis?mc_cid=a317dbab1e&mc_eid=04581f0c37

Meu video sobre o assunto: http://pecadorevangelizador.blogspot.ca/2016/04/o-julgar-os-outros.html

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É impressionante como algumas pessoas que raramente lêem a Bíblia são rápidas no gatilho na hora de citar um versículo bíblico quando discutem com cristãos: "Não julgueis" ( Mt 7, 1).
Essa frase é utilizada muitas vezes para calar-nos e impedir-nos de tocar em questões morais. "Você não deve dizer aos outros o que é certo ou errado! Afinal de contas, Jesus disse: 'Não julgueis!'"
A Bíblia, porém, refere-se ao julgamento de diferentes maneiras. Antes de mais nada, nós nunca deveríamos julgar a alma de outra pessoa. É isso o que Jesus critica ao dizer: "Não julgueis." Somente Deus sabe em que condições espirituais as pessoas se encontram e como elas se relacionam com Ele.
Por outro lado, ao mesmo tempo que nos proíbe julgar os outros, Jesus não nos diz que é pecado usar a inteligência para discernir o certo do errado. De fato, a Bíblia nos exorta a formar bons e sábios juízos a respeito de muitas coisas na vida. São Paulo, por exemplo, diz que "o homem espiritual julga todas as coisas" (1Cor 2, 15).
O problema é que muitas pessoas têm medo de dizer que algo é moralmente errado porque não querem parecer "intransigentes", "sentenciosas", e nós precisamos ajudá-las a perceber que há uma grande diferença entre fazer um julgamento moral, por um lado, e julgar a alma de alguém, por outro.
Ora, eu posso usar a minha inteligência para fazer um simples julgamento? Se percebo que está chovendo, formulo o seguinte juízo: "Tenho de levar o guarda-chuva"; se, pelo contrário, estiver nevando, julgo de outra maneira: "Preciso me agasalhar". Devo ser considerado um "preconceituoso sem coração" por fazê-lo? É claro que não; Deus me deu uma inteligência, e quer que eu a utilize.
De modo parecido, posso usar a minha razão para fazer um julgamento sobre as ações de outras pessoas? Se eu vir a minha filhinha correndo em direção à rua, posso julgar assim: "Isso não será bom para ela, porque talvez seja atropelada"? Se eu o fizer, não estarei dizendo que minha filha é uma pessoa horrível, condenada ao fogo do inferno; estarei apenas observando que ela está prestes a fazer algo que lhe pode ser prejudicial.
Mas sigamos em frente. Posso usar a minha inteligência para avaliar as ações morais de outra pessoa? Suponhamos que haja uma jovem universitária que tem-se deitado com um rapaz depois do outro. Posso empregar minha razão e julgar: "Isso não é bom para ela"? Posso fazer o seguinte julgamento: "Ela não vai ser feliz se continuar vivendo assim, pois nunca encontrará o amor duradouro que tanto deseja. Ela foi feita para algo melhor do que isso"? É claro que posso!
Mas não nos esqueçamos: fazê-lo não é julgar a sua alma. Ela pode muito bem estar fazendo algo objetivamente errado; mas eu, em todo caso, não tenho acesso à situação pessoal dela perante Deus. Não conheço o seu passado, a sua vida, as suas mágoas. O estado de uma alma aos olhos de Deus é algo reservado apenas a Deus e a essa alma. O Catecismo da Igreja Católica explica como diversos fatores podem entrar em jogo nas decisões livres do homem de tal maneira que a sua culpabilidade pode ser diminuída e limitada (cf., por exemplo, CIC, § 1860).
Só Deus enxerga o quadro inteiro. Talvez essa moça venha de uma família mal estruturada e nunca tenha vivido um amor autêntico; talvez tenha sido abusada; talvez lhe tenham ensinado que isto, fazer sexo casual, significa "ser uma mulher livre e autônoma". Essa jovem não precisa que eu a condene ao inferno; ela precisa conhecer o amor de Deus, a sua misericórdia e os planos que Ele tem para a vida dela.
Ao mesmo tempo — e isto é imprescindível —, se eu me importo verdadeiramente com ela, não deveria dizer-lhe algo sobre o modo como tem vivido? Se ela fosse, por exemplo, uma amiga próxima ou até mesmo um parente, não deveria falar-lhe dessas coisas?
Eu não estaria julgando a sua alma — isso é algo entre ela e Deus. Mas amar é querer o bem do outro, buscar o que é o melhor para a outra pessoa; e se eu realmente a amo, não haverá prova maior desse amor do que procurar endireitá-la, mostrar-lhe o bom caminho.
Eu devo, é claro, ser prudente, falar no tempo e do modo conveniente, com fina delicadeza, humildade e compaixão. Mas ficar sentado de braços cruzados, sem nunca compartilhar com ela a verdade, não é por certo uma grande prova de amor. É como se eu visse a minha filha de dois anos a ponto de tocar a boca quente do fogão e lhe dissesse: " Olha, eu não faria isso; mas não quero julgar. Faça o que a fizer feliz".
Imagine ainda que a minha filha, que ainda não sabe falar, está prestes a jogar-se na piscina e eu lhe digo: "Bom, se é o que deseja fazer… Eu, pessoalmente, não o faria; mas não quero lhe impor minhas opiniões. A vida é sua". Seria isso um gesto de amor? Evidentemente não.
Essa postura nos revela mais uma tragédia do relativismo moral: ele nos impede de amar as pessoas. Ele pode tornar-nos indiferente às necessidades das pessoas que Deus colocou em nossa vida. Em vez de tratar com amor e solidariedade os irmãos que vemos tropeçar na vida, fazemo-nos apáticos e desentendidos. Imitamos o exemplo de Caim, que disse: "Sou porventura eu o guarda de meu irmão?" (Gn 4, 9). Isso não é amor.
Saiamos logo da cultura do relativismo e mostremos mais amor às pessoas que fazem parte de nossa vida, partilhando com elas a verdade. 

O Grande Cisma do Oriente (1054)

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Divisao da Cristandade após o Cisma de 1054. Em laranja são os territórios leais a Roma; a azul são os territórios leais a Constatinopla; a roxo salienta região adeptas do Bogomilismo, uma seita gnóstica cristã.
Papa Paulo VI e Patriarca Ecumenico Atenagoras em 1964.
Papa Francisco e Patriarca Kirill (Patriarca de Moscovo e Primado da Igreja Ortodoxa Russa) em 2016.
Encontro com Bartolomeu I, Patriarca Ecumenico de Constatinopla, em 2014. Este foi o primeiro Patriarca Ortodoxo a participar numa investitura papal em Roma desde do Grande Cisma.

Thursday, 1 June 2017

O cisma que dividiu catolicos e ortodoxos orientais

Proximo video: O Grande Cisma do Oriente.

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Francisco e Tawadros II (Egito, 2017)

Friday, 26 May 2017

O lado menos conhecido (e desconcertante) de Martinho Lutero

Proximo video: A divisao entre Catolicos e Ortodoxos orientais no seculo V.

Partilhem! Obrigado. Referencias:

#1- Carta a Melacnchton (1 de Agosto de 1521)
#2- "Conversas 'a Mesa" ["Thrishreden"], edicao Weimer; Vol.2, pag.107
#3- "Erlangen", Vol.2, pag.126
#4- "De Wette", Vol.4, pag.188
#5- Denifle's Luther et Lutheranisme", traducao de J.Paquier (Paris, A.Picard, 1912-13); Vol.3, pag.47
#6- "Escravidao da Vontade", redacao; "Martinho Lutero: Selecoes de seus Escritos", de Dillenberger (Anchor Books, 1962; pag.190)
#7- "Erlangen", Vol.24, pag.294; "Conversas a' Mesa"; "Makers of the Modern World", pag.25
#8- "Sobre os Judeus e Suas Mentiras", traducao de Martin H. Bertram (Fortress Press, 1955)
#9- "Lutero", de Hartam Grisar; Vol.5, pag.413
#10- "De Wette", Vol,2, pag.459
#11- "Here I Stand: A life of Martin Luther", de R. H. Bainton; pag.153-55; "Facts Against Luther", de Patrick O'Hare; pag.89
#12- "Facts Against Luther", de Patrick O'Hare (TAN Books, 1987; pag.201)

Martinho Lutero em Wittenberg